Jogos trabalham movimentos, coordenação motora, equilíbrio e memória
Luna D'Alama
Do G1, em São Paulo
O estudante João Pedro Higushi, de 14 anos, foi atropelado no fim de 2010, entrou em coma e agora passa por reabilitação no Instituto Lucy Montoro, em São Paulo (Foto: Divulgação/Instituto Lucy Montoro
Desde a criação de controles sem fio e comandos sensíveis aos movimentos do corpo, o videogame deixou de ser uma atividade sedentária. E agora deixa de ser também uma opção exclusiva para quem está em busca de diversão: os jogos são amplamente recomendados por médicos e fisioterapeutas para reabilitação de jovens a idosos com problemas vasculares, degenerativos ou lesões após acidentes.
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